sábado, 16 de abril de 2011

É o fim.

Escritor indigente: Sou indigente, louco_ sem estatus_ sem calabousos. Proucuro escrever sem comerciais ecomo já dizem por ai devem me conhecer de outros carnavais. Andarilho perdido, ramficado de ouros escritos monmentâneos que furge, agora, uma nova era, uma novo eu_ um novo ser_  goste ou não.

Mudei de blog. Ache-me se quise. Ache-me se puder. Esse é o fim dos escritos monmentâneos. Outro blog renascerá deste com escritos daqui e novos. Beijo e não me ligue.

Sem Título ( Por enquanto)

Quem será esse prego que não prega, mas nos martela?

O martelo prega e nós prega peças.
Prega o martelo ou martelo quem te prega.
E nas pregas não pregam, ficam no martelo o prego.
Sou eu, prego  norteador.
O prego que sofre e causa a dor.

Usuários da alma inventada.

Na alma está o apelo de todos e na mente fica os lixos que ali jogaram.
Somos, por isso, o computador que funciona, que se organiza pelos usuários
que da alma inventada tira nossa verdadeira Alma.
Do lixo ao nada.
Do nada ao inventario de tudo.
De todos e p'ra todos.
Amém.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ao leitor momentâneo

Desculpe-me aqui aos leitores_ ausentes de existência ou de comentários_ pela minha falta de dedicação a escrita mais critica, ruminativa, ultra-romântica e bem momentânea. Apesar que ainda é momentânea, porém o foco mudou. A subjetividade do amor, por exemplo, não é mais tão saliente a ponto de proclama-la ao pedestal  máximo e utópico como os ultra-românticos o faziam e eu também de um modo particular, mais moderno fazia ( não tão bom assim como um Álvares de Azevedo. Por favor !!). Não mudei por te-lo achado ( Isso não foi uma cantada rsrsrs) mas o foco momentâneo da minha vida é outro, então meus insights são outros.

Escrevo para vocês, leitores, por meio desta ( ignorante e intencionalmente) pedir-lhes que façam comentários para novos tópicos de assuntos ou ideias para aqui serem escritos, pois minhas ideas e insights são feitos no meu cotidiano, quando vejo algo na rua ou em qualquer lugar ou uma fala qualquer coisa pequena as vezes para escrever algum texto bobo ou não. Se mandarem ideias posso deixar a vida rolar até um dia seu assunto vir a tona sem mais sem menos

brigado,

Ps: DESCULPE-ME PELOS ERROS GRAMÁTICAIS EU ESCREVO QUASE SEMPRE SEM CORRIGIR 2 VEZES. ESTOU RELENDO OS RECENTES PARA CORRIGI-LOS, MAS ALGUNS SÃO INTENCIONAIS.

ABRAÇOS, ATÉ O PRÓXIMO ENCONTRO

ass: Escritor Momentâneo.

Nasce uma nova estrela

Meu sub-consciente, também entendido como inconsciente, é como como uma garagem velha de colecionador. Flui e é ali armazenado informações tirados via "coletagem" rasteira, como os ratos em migalhas e as vezes até alguns grãos maiores procuram alimento, e assim sou em CEBOS e nas faculdades da vida. Por aqui, na escuridão do inconsciente, ficam por milhões e milhões de anos enterradas, escondidas,procriando-se, até posso dizer criando "vida". Sou eu, pois, o Doutor Victor Frankestein das minhas próprias ideas que logicamente não são oriundas de mim, pois têm raízes longínquas

Um belo dia ( NARRAÇÃO INFANTIL SIM INTENCIONAL) colecionadores juntamente a mim explorarão tal ideas e suas próprias criando uma constelação.E quanto mais crescidas as ideias estão, reuni-se, então, para essa discussão ( ALITERAÇÃO SIM SENÃO GOSTOU PARA DE LER AGORA) mais ramificações ou até novas raízes.

O que não se pode conceber é o podar dessa arvore ou limitar o brilhar dessas luzes poderosas, mas apenas o acrecentar de novas ideais, novos conceitos. O final ou meio pode-se até levar a discordância entre as partes, talvez chegue a discórdia que causa um nova raiz para ambas as partes, e leva a uma novo crescimento e amadurecimento, a um nova criatura surge.

Nova criatura, outra vez, se forma pelo Doutor Frankestein, mas não um monstro físico, um monstro ideológico.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Codiano I

Tem dias que não penso nem em levantá. E é o galo do vizinho, doutor, que me serve de alarme as 5 da manhã para tudo começá.
o sol nem no céu raia e eu estou ali pronte p´ro café fazer, o pão com manteiga nem sequer pode faltá.
O patrão levanta junte as crianças, nem um beijo ou bom dia ganho pelo esforço da manhã e o lanche pronto na mesa está.
O morro já acorda agitado, os muleques na rua vendendo toco e pó roial matinal dos malandros da cidade que vão pr'a escola estudá. Os gritos dos pais em pranto por filho em tiroteio ou pela outra menina da outra ala azará. Escondendo os filho não se ferrá.
Ahr! Mais que vida ! Ainda o ônibus lotado junta a manada p'ra me levá. Vou, é, trabalhá o dia todo e quando chegar em casa, patrão, e o que ? É ruim que de eu descansá.
Nos domingos o pouco que tenho 10% p'ra igreja vai ficá e vem-me até a acalhá porque Deus a de nos ajudá.
Senão a bolsa familia, bolsa não sei o que mais, doto, o governo vai nos dá.