sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Pain over Pain

Olho todo dia para cicatriz que você deixou no meu peito
Dela lembro o quando foi especial
Mas também lembro o quando me faz falta
Deixo tudo de lado ás vezes para olhar mais de perto
Olhar de perto o buraco que foi deixado
As linhas verticais e horizontais do estrago
As pontas da linha remendadas pelo tempo
Tudo lembra você
Ficou aqui guardada
Ainda a dor pulsa
Sinto as fisgadas
E a cada fisgada
Sinto você de novo
Perto de mim
A dor me engana
Saboreio-a
Enfim me deito para esquece-la
Até o outro dia dor.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Amor

Dormiu um sono profundo
o escuro no clarão espanta
tomando pelo medo de não ver
Este labirinto que me perco no grito
proucurando o caminho devido
sem olhar um palma na minha frente
devoro-me ao decifar-me
Vou levar meu coração ao escuro
no clarão do sanque quente que espanta.

domingo, 15 de maio de 2011

Gente

Não me esqueço destes rostos
 que a luz do dia os guia
brancos, negros, amarelo, mulatos
enfuniados nos onibus lotados

Não me esqueço destes rostos
olham-me como se eu fosse diferente
mas não sou ninquém além dos mesmos
pois tenho o mesmo rosto
todos estes melancolicos

Gentis são estes rostos
coitados e esperançosos
esperando por algo
 abandonados no ponto
olhando para luz
a espera de um guia
de uma luz divina.
Não me esqueço destes rostos

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Sentido Pra Quem ?

Amei muito, não muitos
Sujei tudo e todos
Virei-me contra mim
Joguei o pano

Se fazer sentido
Tudo bem
Tanto faz
Nada fica
Tudo se vai
Uma hora ou outra
Vai...fica...Não.

A volta

A volta subita não ilude
toda busca perde-se
por não achar nada
na proucura do nada
O vazio é a busca
na espera de algo
no olhar o nada
tudo se faz
Perde-se
Ilude-me
Na espera
Minutos
Segundos
Horas
Passam
Vai
Foi
Fui

sábado, 16 de abril de 2011

É o fim.

Escritor indigente: Sou indigente, louco_ sem estatus_ sem calabousos. Proucuro escrever sem comerciais ecomo já dizem por ai devem me conhecer de outros carnavais. Andarilho perdido, ramficado de ouros escritos monmentâneos que furge, agora, uma nova era, uma novo eu_ um novo ser_  goste ou não.

Mudei de blog. Ache-me se quise. Ache-me se puder. Esse é o fim dos escritos monmentâneos. Outro blog renascerá deste com escritos daqui e novos. Beijo e não me ligue.

Sem Título ( Por enquanto)

Quem será esse prego que não prega, mas nos martela?

O martelo prega e nós prega peças.
Prega o martelo ou martelo quem te prega.
E nas pregas não pregam, ficam no martelo o prego.
Sou eu, prego  norteador.
O prego que sofre e causa a dor.

Usuários da alma inventada.

Na alma está o apelo de todos e na mente fica os lixos que ali jogaram.
Somos, por isso, o computador que funciona, que se organiza pelos usuários
que da alma inventada tira nossa verdadeira Alma.
Do lixo ao nada.
Do nada ao inventario de tudo.
De todos e p'ra todos.
Amém.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ao leitor momentâneo

Desculpe-me aqui aos leitores_ ausentes de existência ou de comentários_ pela minha falta de dedicação a escrita mais critica, ruminativa, ultra-romântica e bem momentânea. Apesar que ainda é momentânea, porém o foco mudou. A subjetividade do amor, por exemplo, não é mais tão saliente a ponto de proclama-la ao pedestal  máximo e utópico como os ultra-românticos o faziam e eu também de um modo particular, mais moderno fazia ( não tão bom assim como um Álvares de Azevedo. Por favor !!). Não mudei por te-lo achado ( Isso não foi uma cantada rsrsrs) mas o foco momentâneo da minha vida é outro, então meus insights são outros.

Escrevo para vocês, leitores, por meio desta ( ignorante e intencionalmente) pedir-lhes que façam comentários para novos tópicos de assuntos ou ideias para aqui serem escritos, pois minhas ideas e insights são feitos no meu cotidiano, quando vejo algo na rua ou em qualquer lugar ou uma fala qualquer coisa pequena as vezes para escrever algum texto bobo ou não. Se mandarem ideias posso deixar a vida rolar até um dia seu assunto vir a tona sem mais sem menos

brigado,

Ps: DESCULPE-ME PELOS ERROS GRAMÁTICAIS EU ESCREVO QUASE SEMPRE SEM CORRIGIR 2 VEZES. ESTOU RELENDO OS RECENTES PARA CORRIGI-LOS, MAS ALGUNS SÃO INTENCIONAIS.

ABRAÇOS, ATÉ O PRÓXIMO ENCONTRO

ass: Escritor Momentâneo.

Nasce uma nova estrela

Meu sub-consciente, também entendido como inconsciente, é como como uma garagem velha de colecionador. Flui e é ali armazenado informações tirados via "coletagem" rasteira, como os ratos em migalhas e as vezes até alguns grãos maiores procuram alimento, e assim sou em CEBOS e nas faculdades da vida. Por aqui, na escuridão do inconsciente, ficam por milhões e milhões de anos enterradas, escondidas,procriando-se, até posso dizer criando "vida". Sou eu, pois, o Doutor Victor Frankestein das minhas próprias ideas que logicamente não são oriundas de mim, pois têm raízes longínquas

Um belo dia ( NARRAÇÃO INFANTIL SIM INTENCIONAL) colecionadores juntamente a mim explorarão tal ideas e suas próprias criando uma constelação.E quanto mais crescidas as ideias estão, reuni-se, então, para essa discussão ( ALITERAÇÃO SIM SENÃO GOSTOU PARA DE LER AGORA) mais ramificações ou até novas raízes.

O que não se pode conceber é o podar dessa arvore ou limitar o brilhar dessas luzes poderosas, mas apenas o acrecentar de novas ideais, novos conceitos. O final ou meio pode-se até levar a discordância entre as partes, talvez chegue a discórdia que causa um nova raiz para ambas as partes, e leva a uma novo crescimento e amadurecimento, a um nova criatura surge.

Nova criatura, outra vez, se forma pelo Doutor Frankestein, mas não um monstro físico, um monstro ideológico.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Codiano I

Tem dias que não penso nem em levantá. E é o galo do vizinho, doutor, que me serve de alarme as 5 da manhã para tudo começá.
o sol nem no céu raia e eu estou ali pronte p´ro café fazer, o pão com manteiga nem sequer pode faltá.
O patrão levanta junte as crianças, nem um beijo ou bom dia ganho pelo esforço da manhã e o lanche pronto na mesa está.
O morro já acorda agitado, os muleques na rua vendendo toco e pó roial matinal dos malandros da cidade que vão pr'a escola estudá. Os gritos dos pais em pranto por filho em tiroteio ou pela outra menina da outra ala azará. Escondendo os filho não se ferrá.
Ahr! Mais que vida ! Ainda o ônibus lotado junta a manada p'ra me levá. Vou, é, trabalhá o dia todo e quando chegar em casa, patrão, e o que ? É ruim que de eu descansá.
Nos domingos o pouco que tenho 10% p'ra igreja vai ficá e vem-me até a acalhá porque Deus a de nos ajudá.
Senão a bolsa familia, bolsa não sei o que mais, doto, o governo vai nos dá.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Os porquês sem respostas

  A flecha que apareceu no ar de repente acertou-me bem no peito, direto e certeiro, mas não foi tal erro a causa da minha morte. Bem, hoje morto posso contar minha percepção de mundo, uma filosofia ou quase uma, envolvendo todas as perspectivas da visão do mundo contada por essa história, pelo menos para alguns que pensam de mais.
 Chega de falácias. Vou direto ao assunto.Quando a flecha entrou no meu peito a minha primeira reação foi de achar de onde ela tinha vindo, depois quem a atirou contra mim, somente,então, pensei como o abateria. Não é precisso falar que foi um fracasso e estou a sete palmos do chão escrevendo essa história, enterrado por honra e glória por ser um melhor artilheiro da forças armadas. A famosa SWAT

Somente um ponto desse fato é cômico : Eu poderia ter tirado a flecha do meu peito e revidar o ataque.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ciclo da vida.

Nem tudo que se sonha o tem, nem tudo parece tão longe, mas é somente a ponta do ice-berg e será uma das únicas coisas que alcançaremos.A pondo do ice-berg. De resto, o que está por baixo, o estimado, é muito fundo e fica por ali mesmo. Devorado pelo desejo, pela vontade do toque, de sentir a estrutura e o sabor de te-lo conquistado. Mas nem todos querem muito, por isso não os obtem. De volta a mesma escada, de vola para a rua em cima do parapeito jogado e olhos arregalados, olhando para o céu que está longe, o sol que acaba de nascer, para a lua que se vai, para as estrelas pingadas no negro do céu. Perturba. A multidão trabalhadora junta-se ao redor. Então olham. Lamentam pela vida, pela morte. Somente nesse dia refletem e ouvem o som do relógio...Tic...Tac...Tic..Tac. Batendo. Determinando. Regredindo em anos, meses, semanas, dias, horas, segundos, minutos. Sairam da escuridão, abrem os olhos e podem dizer de boca cheia que aproveitaram, respiram o ar que correm nos pulmões e deterioram o seco. Depois disso a história morre como começou pela manhã do outro dia. O céu, a lua, as estrelas. Tudo volta ao normal e o som do relógio regredindo em contagem regressiva, o lamento a lágrima, o choro, os gritos, os olhos morrem. Tudo um dia acaba para todos. Finito. O  tempo para, o som para com o corpo afadigado e o ar somem. Finito.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Roda Vida

O espelho mostra o inverso do podre da fruta proibida, o escape da madastra maldita. A história se repete e nela fica escrita todas as loucuras dos amores atrevessados nesse cano sujo que chamados de vida e no final da hitória deixei-a aqui nesse pedaço de papel, essas histórias mau escritas.