quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Homosexualidade

Uma linda flor se desabrocha de dentro para fora, timidamente ela se abre, deixando todas sua beleza se espandir pela selva de riachos e árvores de uma floresta densa e complicada. Não mais se esconde entre suas petulas que outrara foram gorças. Aprende a conviver, a se destacar com suas cores, cheiros, temores. vai passando no dia a dia seu respeito diante dos outros apetrechos dessa floresta intença. deixa-se esvair, solta seu pólem para que todas beija-flores a olhem, e o tempo passa, come toda sua beleza, mas ela não se afunda, firme mantence-se em sua posição de vigor, nada mucha, agora mais forte que nunca, avança, e então, na penunbra de sua beleza cai no chão e procriam.levanta-se novamente e se espanta com as novas crianças, brinca de ser feliz para espantar a tristeza, vai se movendo, andando, passando de polém em polém, de flor em flor, de cor em cor, agora diferentes para se camuflar, mas não deixa a desejar. A criançisse se foi e de sobra fica o muro, a dor e tudo se vai. Vai indo,levando de cabeça erquida na esperança de um dia ser amada,desejada por seu próprio gosto, seu próprio cheiro, seu próprio amor, da mesma  flor.Nada de novo, deixa esse interno avolvoroço de lado, pois agora já é moço prendado.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Poema individual

Sou a mistura de lixo e de flor, no horizonte os cheiro se misturma no mesmo odor, então, na calada da noite
as puras impressões de que a sociedade cheira não mais se exalam do mesmo cheiro que outrora se extreitam
nas beiras das estradas, são outros cheiros, outros odores, outros pesares. Na idividualidade tudo se pesa,
tudo se esvai, vira-se você mesmo e nada mais.   

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Santo desgosto

Volto para casa em vão. Olho para rua e então, percebo que o que se foi por uma estrada nunca mais voltará pela mesma. A esperança que outrora jazia em meu peito secou como uma flor esquecida dentro de um livro, esvaiu se pelo ralo sujo do pensamento. Depois de tantas idas e vindas o motor para, a vida cansa e toda essa dança...Sei lá...descançarei na paz de deus.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Ironia do destino.

Agora temos que andar em ruas estreitas, sem poder passar em certos lugares. Andando com capas e roupas longas para não sermos viziveis. As bocas estão cheios de pedras, e as mãos...Ah !! as mão! nem se pode mencionar em palavras o que os pregos enfincados em nossos egos penetrando profundamente em nossos peitos, coração, vida fazem a cada dia. O sangue jorra estrito, nada de mais, algo que os fazem sentirem mais homens, mais selvagens. sim! sou o " erro", o "pecado" em pessoa, a bruta aberração criado em laboratorios, um rato escolar e social, familiar. Nadando contra conrrente selvagem e viril. Necrofagos, pedantes, pedofolos.Pronto! o circo está armado. caixões postos com nossos nomes a cima. caxões faltosos,enterrados  como indigentes, apenas mais uma "Bixa" destruida pela sociedade, devastada em deshonrra.Seres humanos.Humanos? Oh! que pecado nos referirmos como ser humano. Perdoe me senhor. ratos de laboratorio são apenas pesquisas mal feitas.

Amores errantes.

Desaconchego, meu amor, depois que vistes onde andas minhas dor? A saudade fica como o cheiro da flor e sua respiração forte culmina no apse da dor. Deixe me falar um pouco depois que fizestes tanta questão de me deixar, mas não se preocupe não, pois não me verás chorar. A impressão é de que já fui tarde, por isso deixo te ir. Por  tanto te amar. Teus olhos, teu gosto ficam, então, na memoria, quardadas em meu peito a sete chaves. Devora e me adoça. Meu ser ao lembrar de você se enche de gozo, fico nesse avolroço por não te ter. Nunca vou te esquecer.

Monologo desconcertante.

_Martelando o martelo em pregos alternados, a angustia das linhas ruminates que provacam ideas concumitantes e desafloram pedaços desconcertantes na minha mente. Pulsa. Opera a flor do amado, deixe-o fluir desapercebido por esse rio, meu caro, são estradas estranhas, mas que devem ser passadas. Vamos. Desemboca dessa toca. Ande logo e desemtoca. Viva!

Monologo do momento.

_Decorando linhas, falas, trocadilhos em melodias enquanto fumo e bebo: meu cigarro, ceverja, não tem dia. As linhas levam para lugares desconcertantes rodam em demonhinhos gigantes. Olha! não me demoro...são fleches estrondosos, relâmpagos desolados. Nada permantete, então não se preoucupe que logo desovo a sua casa porque é tudo espontâneo. Nada memoravel.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Adgetivo nunca é demais

Uso do reflexo do espelho mal tratado e uma flor murcha do amor destrambelhado nascem em um rio de uma fonte bela e indecisa que nos faz entrar em nossas entranhas, remexer em novas barganhas. Fonte narcísea, imponente e maldita determina a direção que o rio vai ficar. A margem de suas águas feridas observo atenta o movimento assíduo das ondas , deleito meu seio a area mansa que grita: " Esperança".

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Coração aflito.

Girando em orbitas constante, em um caos completo tudo se ajeita. É A famosa ordem pela desordem e me parece uma bagunça ordenada em devaneios de pensamentos sublimes a uma impureza visceral. Mantém-se em certa harmonia desarmônica: é o sangue que se dilata para ser capaz de suportar a pressão, o coração que se repulsa em camadas grossas e logo se afinam na lentidão das estações não definidas, os olhos atentos a qualquer sinal de esperança corrosiva, mas que ainda permanecem alojadas no peito as lembranças de tempos bons e sublimes, esvaindo toda angustia que o "esperar" trás com sigo. Há quem olhe de longe e diga “não a nada de errado", pois só vê a solução final do vinho amargo e doce da vida, que somente se resulta em algo parado, estaqueando no mesmo ponto sem qualquer alteração. Dentro, todavia, o vulcão de emoções tardias se remexe, repulsa, grita, geme, urge e a concomitâncias desses monstros internos com as lembranças nostálgicas de um tempo distante que nunca será concreto e que vive ardente na memória do desejo utópico e nunca conquistado está de volta à terra de prontidão ao seu êxito em lagrimas derramadas em prantos do amor que toca mesmo sem ser presente como a “pedra de Bolonha”. Somos musicas harmônicas e desarmônicas, um caos completo barroco da existência á morte.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Erva venenosa

Ouço o barulho eclodido na minha cabeça
as ideias em ebulição prestes a se esquivar
aranjadas nos blocos eloquentes
da junção do liguido ardente
prestes a se explodir,
resultados de uma massa escrita
de novas perspectivas
no cheiro queimado da erva maldita
devorando pensamamentos eruditos
matulante
permanente
ocultos
oblicuos.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Saudades

Saudades                                                          
de um abraço apertado                                         
de um beijo molhado                                        
de dizer " eu te amo"                                              
em palavras sinceras                                       

Saudades
das noites frias
das primaveras florecentes
de cantar seus poemas
as estações agora estão dormentes.

Saudades
de você me olhando                                       
mergulhado em meus olhos                            
de dizer " amor"                                                
de ouvir sua respiração                                    
ao colar em seu peito.

Saudades                                      
das suas imperfeições malditas
de brigar por suas manias
de ouvir suas moderações enjoadas
de discutir política e dizer com malícia coisas
sobre sua profissão controladora.

Saudades de você comigo
saudades que me encolhem por dentro
por não te ter mais comigo
de não te encher mais o saco
saudades imensa de você
saudades que doi por nao te tê
e moi minhas vontades
que correi todas as maldades
feitas por mim a ti
te amo tanto que se foi.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Meninha do mundo

A flor vestida de ombros jogados
no mar em revolta
enterra os nos fundos
para não deixar em apuros
todos os segredos que já lhe contara.
No final da história fomos tomar uma cerveja gelada.

Codiano.

O taverneiro acorda sempre as seis horas da manhã e religiosamente abre sua Taverna, coloca a cerveja sobre o balcão, puxa um cigarro. Somente após duas tragadas derrama a cerveja em um copo qualquer e a bebe inteira em grandes goladas.Quando o sol vem a pino, estendendo se no topo, centralizado no céu limpo, queimando tudo que a toca, os trabalhadores das siderúrgicas descem em cambadas para seu almoço, instalando-se na  Taverna, junto com o bandos velhos aposentados e outros loucos moribundos. Então  começa o trabalho, o taverneiro agilmente corre de um lado para o outro atendendo, servindo,cozinhando e quando o sol cai sobre seus olhos vai para casa dormir. Foi mais um dia ardo de trabalho.

No outro dia tudo de novo, as seis horas da manhã abre seu bar, cerveja no balcão, em duas tragadas se intoxica lembrando que a morte é bem vinda, depois em grande goladas se entorpece com a cerveja gelada,  ao meio dia chega cavalaria de trabalhadores viciados, moribundos e velhos desvairados para também se embriagarem, depois dessa bagunça cansado o taverneiro vai para casa dormir em paz.

Identidade

Muros derrubados a furos
que cresce na desordem e fica.
Debruçados nos braços alheios
suplicam por uma nova medida.