quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Sexo é pecado.

Os demónios percorrem em meu corpo, deixando o mais leve. Propício. Levantam com toda a força um fervor intenso, tão intenso que o faz tremer. Meu sangue corre em minhas veias, a cada batida mais rápido. Adrenalina, paixão, pecado! Devoto do prazer, ultrapassa, transcede a força material, a razão. Nada mais disso importa, agora quem trabalha não sou mais eu. Passa de um estado lucido, para a eloquência da paixão. Carne contra carne, pele sobre pele, as texturas se ruendo, se desgastando, urgindo pelo prazer, pelo apogeu da solidão. Não falo de amor, isso não é compativel ao pecado_ Ação e reação, instinto animal que somos_ resalta, pula, rosna por sua liberdade. Juntos, mas sozinho; pecamos juntos, estamos só, deitamos juntos e dormimos só. Caricia, que se existir, não são mais leves, são ferrozes, arranhando me a pele, deixando marcas do pecado. Se Jó sentiu tais feridas ou Ló virou pedra por olhar para tráz foi por pecar. Qual erá minha sentença por não ter um amor? sexo é o que nos resta, sexo é a linha final, o chão do solitários, seja na cama ou no chão ( como diz Drummond De Andrade " o chão é a cama para o amor urgente). Não o menosprezo, pois pode-se fazer sexo com quem ama, pois animais que somos fazemo sexo.. Somos animais no cio, sangrando por paixão, por aventuras loucas, que nunca no arrependeremos.
Sou louco e amo, sou louco e me apaixono, sou simplismente louco e nada.

Anjos para o inferno !

Um grito de eperança, e então somoS expulsos do paraiso. Anjos a porta com espada de fogo para imperdir de entrarmos, mas quem disse que quero voltar? Aqui fora pode ser assustador, frio, asvezes até menos belo. Fazendo com que pensemos em voltar, entretanto para que o belo se não temos liberdade de escolher a qual fruta vamos pegar para nos alimentar, a qual conhecimento nos desfrutaremo pela manhã, quem vamos amar ou até como amaremos. O que vale a fartura se não posso respirar, escolher ou ser quem sou. Não preciso de paraiso algum, pois esse já me pertence e está em minhas escolhas, minhas lágrimas, minhas angústias, minhas perdas; resumindo, o paraiso está aqui dentro de mim onde ninquém pode tira-lo ou me repreender por amar quem amo, ou ser quem sou. Os anjo que vão para o inferno, porque eu sou mais eu e tenho convicção que serei feliz assim memo como sou e longe da vida eterna.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

I have to agree to disagree

 Das flores secas pingos de água as iludem, batendo, martelando em suas camadas groças movidas pelo
tempo, de um tempo de grandes mudanças, mas de mudanças já me enchi, tão cheias que podem talvez
regar propriamente meu coração.Talvez sim e talvez não. O que importa saber isso agora se as gotas
atrapalham a chorada de água que agora, neste estado, não se pode mais fazer qualquer diferença.
Pingos confunzos, cautelosos ao escorregar pela estrutura, formando e exaltando cada virgula, cada
curva nessa estrada medonha. Medo de que? De nada ser e de tudo poder acontecer e no final virar
o mesmo que já era.Se dissipa por covardia insana, por medo de ser decifrado. Como já diz
a história antiga_Devoro-te ou decifra-me. tudo se foi e nada ficou? Será.
 O incomodo é grande,poderia até dizer gastura de sentir essas gotas sobre mim, ou melhor sobre
as folhas. Gastura de poder vir a ser uma jorada de água limpa ou um rio de águas sujas.O risco.
Onde fica o risco?Arisco nos meus riscos, rascunhos do quais posso confiar, pois não tem mãos para
me esfaquiar pelas costas, não pode partir nada que já foi quebrado, mas pode restaurar o que já
foi estrasalhado.Fica o dito pelo não feito.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sonhador externo.

Devaneios de onde nasceram não se predem em terras firmes,loucos por liberdade de brotarem e renascerem das cinzas que um dia o criaram.
Para que os boms atores são feitos?
Minha ignorância luta por almejar que um dia nada se criará, mas se transformará do nada a algo valido e enquanto isso choraremos lágrimas de outros poetas, a proucura de uma resposta mais clara, menos lúgubre, menos obscura que hoje se habita em meu peito.
De longe ainda dá para ve-las correndo e sentir sobre minhas veias o sangue brutal da dor dos pedidos, sem contar com os ganhos que de poucos não parece fazer-me suficiente para sair do ar e retornar a terra firme. Sonhar, me adimiro os que não o fazem e perdem a beleza de sumir, fugir,voar como pássaros perfurando as nuvens groças.
Para os poucos que amam digo que sou feliz por eles e triste por não me prender de tal maneira a perder minha razão. Quero eu a devolta, mas com certas condições de um sonhador. Sonho pois peço de mais  e vivo por sonhar o que tenho desejado sem odio ou paixão, vivendo nas estremidades, na barreira do espaço entre a loucura e da emoção. Sou eloquente e sedento. Sou humano. Do nada ou nada, para frente, pois se chegar ao fundo do poço não se tem mais para onder ir senão para cima. Olhos atendos, sedentos.Rogo e pergunto " E as minhas condições?" 

domingo, 5 de setembro de 2010

There will be always an empty sit in my hearth. And i don't want to hear another word or even pity coming from your mouth because it's all bullshit. We never been here and will never be there and the empty sit will always be here. Never fill up. Maybe none of us have balls to take it and sit. So it will be an empty sit. Just more one empty space in the list of something we will never feel.