quarta-feira, 26 de maio de 2010

A ilha que nos carrega até o mar da ilusão, não se encontra tão longe.
Ela não nasce como uma flor, mas nasce das cinzas que chamam de amor.
Ela não queima como uma rosa, pois seus processo é gradual
como um bicho que mastiga primeiro
para depois degusta e
quando chega ao ápice
cospe ou melhor vomita.

 Melhor deixar a porta trancada
do que se sujeitar a limpar a bagunça que os outros fazem lá dentro,
ou tentar reconstruir outros objetos que outros quebram.

sábado, 22 de maio de 2010

Descasca-me como se fosse uma banana podre
usa-me como se fosse um brinquedo mal tratado
apanha-me pela suas mãos groças e descipa-me
enrosca-se sobe meu corpo suado
apoia-se sobe  meu peito desamado
aperta-me sobe  sua alma mal lavada
e força-me por desejo de ser amado
acudir seus desejos deploraveis

Joga-se sobre o lixo que criou
apanha-se pelo fervor da noite
esconde-se sobre seu própria sombra
mas quando o sol se põe
quando a luz não mais o oculta
corre
corre
corre

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O que se faz se o mesmo Semblante te ama
e as barreiras sociais o abranda
nada se faz se o amor não vier de dentro
para fora
Aflora
Não ignora.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Se nada é para sempre, então porque se jogar,
se desmanchar em pedaços que vão ser jogado no ralo da paixão.
Porque se doar se vai ser puramente envão.
Porque fazer apenas por prazer.

Para que criar o bixo da maça da paixão,
alimenta-lo para que ele jorre perfume.
Faça exalar por todo o seu ser e depois
para simplismente depois devorrar-te por completo,
alimentar-se do seu próprio perfume.
Restando-te apenas a miséria de viver.