quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Homosexualidade

Uma linda flor se desabrocha de dentro para fora, timidamente ela se abre, deixando todas sua beleza se espandir pela selva de riachos e árvores de uma floresta densa e complicada. Não mais se esconde entre suas petulas que outrara foram gorças. Aprende a conviver, a se destacar com suas cores, cheiros, temores. vai passando no dia a dia seu respeito diante dos outros apetrechos dessa floresta intença. deixa-se esvair, solta seu pólem para que todas beija-flores a olhem, e o tempo passa, come toda sua beleza, mas ela não se afunda, firme mantence-se em sua posição de vigor, nada mucha, agora mais forte que nunca, avança, e então, na penunbra de sua beleza cai no chão e procriam.levanta-se novamente e se espanta com as novas crianças, brinca de ser feliz para espantar a tristeza, vai se movendo, andando, passando de polém em polém, de flor em flor, de cor em cor, agora diferentes para se camuflar, mas não deixa a desejar. A criançisse se foi e de sobra fica o muro, a dor e tudo se vai. Vai indo,levando de cabeça erquida na esperança de um dia ser amada,desejada por seu próprio gosto, seu próprio cheiro, seu próprio amor, da mesma  flor.Nada de novo, deixa esse interno avolvoroço de lado, pois agora já é moço prendado.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Poema individual

Sou a mistura de lixo e de flor, no horizonte os cheiro se misturma no mesmo odor, então, na calada da noite
as puras impressões de que a sociedade cheira não mais se exalam do mesmo cheiro que outrora se extreitam
nas beiras das estradas, são outros cheiros, outros odores, outros pesares. Na idividualidade tudo se pesa,
tudo se esvai, vira-se você mesmo e nada mais.   

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Santo desgosto

Volto para casa em vão. Olho para rua e então, percebo que o que se foi por uma estrada nunca mais voltará pela mesma. A esperança que outrora jazia em meu peito secou como uma flor esquecida dentro de um livro, esvaiu se pelo ralo sujo do pensamento. Depois de tantas idas e vindas o motor para, a vida cansa e toda essa dança...Sei lá...descançarei na paz de deus.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Ironia do destino.

Agora temos que andar em ruas estreitas, sem poder passar em certos lugares. Andando com capas e roupas longas para não sermos viziveis. As bocas estão cheios de pedras, e as mãos...Ah !! as mão! nem se pode mencionar em palavras o que os pregos enfincados em nossos egos penetrando profundamente em nossos peitos, coração, vida fazem a cada dia. O sangue jorra estrito, nada de mais, algo que os fazem sentirem mais homens, mais selvagens. sim! sou o " erro", o "pecado" em pessoa, a bruta aberração criado em laboratorios, um rato escolar e social, familiar. Nadando contra conrrente selvagem e viril. Necrofagos, pedantes, pedofolos.Pronto! o circo está armado. caixões postos com nossos nomes a cima. caxões faltosos,enterrados  como indigentes, apenas mais uma "Bixa" destruida pela sociedade, devastada em deshonrra.Seres humanos.Humanos? Oh! que pecado nos referirmos como ser humano. Perdoe me senhor. ratos de laboratorio são apenas pesquisas mal feitas.

Amores errantes.

Desaconchego, meu amor, depois que vistes onde andas minhas dor? A saudade fica como o cheiro da flor e sua respiração forte culmina no apse da dor. Deixe me falar um pouco depois que fizestes tanta questão de me deixar, mas não se preocupe não, pois não me verás chorar. A impressão é de que já fui tarde, por isso deixo te ir. Por  tanto te amar. Teus olhos, teu gosto ficam, então, na memoria, quardadas em meu peito a sete chaves. Devora e me adoça. Meu ser ao lembrar de você se enche de gozo, fico nesse avolroço por não te ter. Nunca vou te esquecer.

Monologo desconcertante.

_Martelando o martelo em pregos alternados, a angustia das linhas ruminates que provacam ideas concumitantes e desafloram pedaços desconcertantes na minha mente. Pulsa. Opera a flor do amado, deixe-o fluir desapercebido por esse rio, meu caro, são estradas estranhas, mas que devem ser passadas. Vamos. Desemboca dessa toca. Ande logo e desemtoca. Viva!

Monologo do momento.

_Decorando linhas, falas, trocadilhos em melodias enquanto fumo e bebo: meu cigarro, ceverja, não tem dia. As linhas levam para lugares desconcertantes rodam em demonhinhos gigantes. Olha! não me demoro...são fleches estrondosos, relâmpagos desolados. Nada permantete, então não se preoucupe que logo desovo a sua casa porque é tudo espontâneo. Nada memoravel.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Adgetivo nunca é demais

Uso do reflexo do espelho mal tratado e uma flor murcha do amor destrambelhado nascem em um rio de uma fonte bela e indecisa que nos faz entrar em nossas entranhas, remexer em novas barganhas. Fonte narcísea, imponente e maldita determina a direção que o rio vai ficar. A margem de suas águas feridas observo atenta o movimento assíduo das ondas , deleito meu seio a area mansa que grita: " Esperança".

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Coração aflito.

Girando em orbitas constante, em um caos completo tudo se ajeita. É A famosa ordem pela desordem e me parece uma bagunça ordenada em devaneios de pensamentos sublimes a uma impureza visceral. Mantém-se em certa harmonia desarmônica: é o sangue que se dilata para ser capaz de suportar a pressão, o coração que se repulsa em camadas grossas e logo se afinam na lentidão das estações não definidas, os olhos atentos a qualquer sinal de esperança corrosiva, mas que ainda permanecem alojadas no peito as lembranças de tempos bons e sublimes, esvaindo toda angustia que o "esperar" trás com sigo. Há quem olhe de longe e diga “não a nada de errado", pois só vê a solução final do vinho amargo e doce da vida, que somente se resulta em algo parado, estaqueando no mesmo ponto sem qualquer alteração. Dentro, todavia, o vulcão de emoções tardias se remexe, repulsa, grita, geme, urge e a concomitâncias desses monstros internos com as lembranças nostálgicas de um tempo distante que nunca será concreto e que vive ardente na memória do desejo utópico e nunca conquistado está de volta à terra de prontidão ao seu êxito em lagrimas derramadas em prantos do amor que toca mesmo sem ser presente como a “pedra de Bolonha”. Somos musicas harmônicas e desarmônicas, um caos completo barroco da existência á morte.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Erva venenosa

Ouço o barulho eclodido na minha cabeça
as ideias em ebulição prestes a se esquivar
aranjadas nos blocos eloquentes
da junção do liguido ardente
prestes a se explodir,
resultados de uma massa escrita
de novas perspectivas
no cheiro queimado da erva maldita
devorando pensamamentos eruditos
matulante
permanente
ocultos
oblicuos.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Saudades

Saudades                                                          
de um abraço apertado                                         
de um beijo molhado                                        
de dizer " eu te amo"                                              
em palavras sinceras                                       

Saudades
das noites frias
das primaveras florecentes
de cantar seus poemas
as estações agora estão dormentes.

Saudades
de você me olhando                                       
mergulhado em meus olhos                            
de dizer " amor"                                                
de ouvir sua respiração                                    
ao colar em seu peito.

Saudades                                      
das suas imperfeições malditas
de brigar por suas manias
de ouvir suas moderações enjoadas
de discutir política e dizer com malícia coisas
sobre sua profissão controladora.

Saudades de você comigo
saudades que me encolhem por dentro
por não te ter mais comigo
de não te encher mais o saco
saudades imensa de você
saudades que doi por nao te tê
e moi minhas vontades
que correi todas as maldades
feitas por mim a ti
te amo tanto que se foi.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Meninha do mundo

A flor vestida de ombros jogados
no mar em revolta
enterra os nos fundos
para não deixar em apuros
todos os segredos que já lhe contara.
No final da história fomos tomar uma cerveja gelada.

Codiano.

O taverneiro acorda sempre as seis horas da manhã e religiosamente abre sua Taverna, coloca a cerveja sobre o balcão, puxa um cigarro. Somente após duas tragadas derrama a cerveja em um copo qualquer e a bebe inteira em grandes goladas.Quando o sol vem a pino, estendendo se no topo, centralizado no céu limpo, queimando tudo que a toca, os trabalhadores das siderúrgicas descem em cambadas para seu almoço, instalando-se na  Taverna, junto com o bandos velhos aposentados e outros loucos moribundos. Então  começa o trabalho, o taverneiro agilmente corre de um lado para o outro atendendo, servindo,cozinhando e quando o sol cai sobre seus olhos vai para casa dormir. Foi mais um dia ardo de trabalho.

No outro dia tudo de novo, as seis horas da manhã abre seu bar, cerveja no balcão, em duas tragadas se intoxica lembrando que a morte é bem vinda, depois em grande goladas se entorpece com a cerveja gelada,  ao meio dia chega cavalaria de trabalhadores viciados, moribundos e velhos desvairados para também se embriagarem, depois dessa bagunça cansado o taverneiro vai para casa dormir em paz.

Identidade

Muros derrubados a furos
que cresce na desordem e fica.
Debruçados nos braços alheios
suplicam por uma nova medida.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Meu Guri

A solidão nunca me deixa
é uma amiga traiçoeira
cola, embola, desenrola.
Amarrada em meu peito
nervosa e aflita sempre implica
nega, entrega. És minha amiga.

Como uma criança brinca
agita, caça, cansa sobre minha vida
rola no meu sangue e na feria.
Descobre, esconde, pega
lança, és uma criança querida.
Sempre risonha de risos tristes
com frágeis dentes
arranha  o ego
que não é crescente
destrói meus muros
em veneno puro.

Digo-lhe nunca para não dizer adeus
troco suas carícias por companhia
e na volta de trem brinca
no chão do metro
olha me assim  e diz
palavras suaves.
E agora: como dizer-lhe adeus
se és apenas uma criança
como eu.

sábado, 20 de novembro de 2010

Amigos coloridos.

Sua pele parda
deitada sobre meu peito branco
que na nossa textura exala um sentimento mestiço
de um amor ferido em pranto.

Sua boca carnuda
difere da sua pele nua
desliza entre meus dedos
arranca todo desejos
da minha mente imputra.

Nossos pelos quentes
ao bater dessa dança
ecua em nossos corpos molhados
da água que escorre pro ralo
e eclode nessa febre profana.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Vida Estática

_Ahhhh !!!

Um grito surdo surge nos quadros modernos
ecoando sobre meus ouvidos
dilata meus timpanos
faz uma reviravolta comigo:
Estomago.
Figado.
Pulmão.
Nada mais me responde
é o grio Mudo
Surdo
Oco
Ébrio
Louco.
Tudo fica estático
e a gente vai levando parado,
Mudo.

" A gente vai levando"

_Chega! a pena pela vida é mais forte que se pode aquentar.

Quem suporta esse mundo de muros sem fundos
de muros quebrados,
amontoados
um sobre os outros
nessa suruba eterna,
remeche e faz-me vomitar.

Não tão firmes, pendurados nesse mar imundo
a cada onda derruma mais um tijolo
a cada dia  destroi um sonho 
a cada estação arranja um jeito
de me afogar nessa sujeira
nessa sujeira pós-moderna.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Imundo

Olho pra trás e não vejo nada,
nada digno de bater palma.
Olho pra frente e vejo promeças,
feitos medinos, seu todo inacabado.
O acabado não prospera, quão menos o interminavel.
São promeças profanas, loucas para tornarem-se livres
e o são no papel, pelo menos, livres e passivas de erro, de medo
que cedo não chegarão á tona.
Revira-se de volta a superfície, mas são sufacadas...Tolice.
Sufocadas no mar de angústia
são apenas eternas em sua textura.
Superfície é larga, nunca profunda
Angústia inesperada, até nisso inacabada.
Apenas sentimentos utópicos
tão profundo como um pires cheio de Água.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O sono eterno.

Estou muito cansado para dormir,
muito fatigado para levantar.
Penosa é a corda que me segura,
enroscada no meu pescoso para
ditar meu tempo que não dura.
Cura! Não cura!
A brisa só enferuja
o coração ferido e muchuca.
Será que o tempo cura?
Cura ! Não cura.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Oi ! Adeus !


Oi,

Pingos no I, já desisti.

Meus pingos estão jogados, espalhados entre meus textos. Pingos em lugares que não deveriam estar, no redemoinho de pingos, em um vulcão preste a entrar em erupção. São pingos que um dia podem virar outra coisa, mas hoje são pingos, apenas pingos, relâmpagos de ideia caindo do ar e dessipa rapidamente, erodindo e pronto. Adeus.

A morte está ligada ao medo. Não sei. Se for meu texto é o medo de ecoar em um público grande. É o relâmpago com medo de trovoar, de mover entre as linhas desse blog. Derruba?...Talvez. Devora?...Pode ser. O que é não pode ser. Não acredito...O texto é o que você quiser que seja...Vai ser.Foi. Continuará a ser?...Tanto faz. Só deixo, deposito, revelo, tento. Sigo onde o vento me levar e movo a cada tremor da terra e vou indo e vou escrevendo. Não sei se estou vivendo, mas estou aqui agora e escrevendo .

Deixa-me Ardendo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sou pecado e não pecador.

deus odeia o pecado, e não o pecador. Como separar o pecado do pecador se esse está intrínseco no meu peito, agarrado no meu ser, junta a minhas ações e emoções que por via das duvidas não são nada confusas. confesso que peguei, um pecado muito grave. O pecado de amar quem deus fez para amar o semblante feminino. Uma coisa horrenda. Pegra-me na cruz se puder.
Eu não sou mais o pecador, mas agora o pecado em si, encarnado em minhas veias, escorrendo sobre o sangue sujo e Sodomita. Condene-me se quiser.
Essa visão não é sua, é de quem diz controlar o saber e poder de interpretar a escritura sagrada que de sagrada o homem já a Sujou.
Hoje Sujo estamos todos por limparmos nossa mão no odio que nos pariu.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Sexo é pecado.

Os demónios percorrem em meu corpo, deixando o mais leve. Propício. Levantam com toda a força um fervor intenso, tão intenso que o faz tremer. Meu sangue corre em minhas veias, a cada batida mais rápido. Adrenalina, paixão, pecado! Devoto do prazer, ultrapassa, transcede a força material, a razão. Nada mais disso importa, agora quem trabalha não sou mais eu. Passa de um estado lucido, para a eloquência da paixão. Carne contra carne, pele sobre pele, as texturas se ruendo, se desgastando, urgindo pelo prazer, pelo apogeu da solidão. Não falo de amor, isso não é compativel ao pecado_ Ação e reação, instinto animal que somos_ resalta, pula, rosna por sua liberdade. Juntos, mas sozinho; pecamos juntos, estamos só, deitamos juntos e dormimos só. Caricia, que se existir, não são mais leves, são ferrozes, arranhando me a pele, deixando marcas do pecado. Se Jó sentiu tais feridas ou Ló virou pedra por olhar para tráz foi por pecar. Qual erá minha sentença por não ter um amor? sexo é o que nos resta, sexo é a linha final, o chão do solitários, seja na cama ou no chão ( como diz Drummond De Andrade " o chão é a cama para o amor urgente). Não o menosprezo, pois pode-se fazer sexo com quem ama, pois animais que somos fazemo sexo.. Somos animais no cio, sangrando por paixão, por aventuras loucas, que nunca no arrependeremos.
Sou louco e amo, sou louco e me apaixono, sou simplismente louco e nada.

Anjos para o inferno !

Um grito de eperança, e então somoS expulsos do paraiso. Anjos a porta com espada de fogo para imperdir de entrarmos, mas quem disse que quero voltar? Aqui fora pode ser assustador, frio, asvezes até menos belo. Fazendo com que pensemos em voltar, entretanto para que o belo se não temos liberdade de escolher a qual fruta vamos pegar para nos alimentar, a qual conhecimento nos desfrutaremo pela manhã, quem vamos amar ou até como amaremos. O que vale a fartura se não posso respirar, escolher ou ser quem sou. Não preciso de paraiso algum, pois esse já me pertence e está em minhas escolhas, minhas lágrimas, minhas angústias, minhas perdas; resumindo, o paraiso está aqui dentro de mim onde ninquém pode tira-lo ou me repreender por amar quem amo, ou ser quem sou. Os anjo que vão para o inferno, porque eu sou mais eu e tenho convicção que serei feliz assim memo como sou e longe da vida eterna.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

I have to agree to disagree

 Das flores secas pingos de água as iludem, batendo, martelando em suas camadas groças movidas pelo
tempo, de um tempo de grandes mudanças, mas de mudanças já me enchi, tão cheias que podem talvez
regar propriamente meu coração.Talvez sim e talvez não. O que importa saber isso agora se as gotas
atrapalham a chorada de água que agora, neste estado, não se pode mais fazer qualquer diferença.
Pingos confunzos, cautelosos ao escorregar pela estrutura, formando e exaltando cada virgula, cada
curva nessa estrada medonha. Medo de que? De nada ser e de tudo poder acontecer e no final virar
o mesmo que já era.Se dissipa por covardia insana, por medo de ser decifrado. Como já diz
a história antiga_Devoro-te ou decifra-me. tudo se foi e nada ficou? Será.
 O incomodo é grande,poderia até dizer gastura de sentir essas gotas sobre mim, ou melhor sobre
as folhas. Gastura de poder vir a ser uma jorada de água limpa ou um rio de águas sujas.O risco.
Onde fica o risco?Arisco nos meus riscos, rascunhos do quais posso confiar, pois não tem mãos para
me esfaquiar pelas costas, não pode partir nada que já foi quebrado, mas pode restaurar o que já
foi estrasalhado.Fica o dito pelo não feito.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sonhador externo.

Devaneios de onde nasceram não se predem em terras firmes,loucos por liberdade de brotarem e renascerem das cinzas que um dia o criaram.
Para que os boms atores são feitos?
Minha ignorância luta por almejar que um dia nada se criará, mas se transformará do nada a algo valido e enquanto isso choraremos lágrimas de outros poetas, a proucura de uma resposta mais clara, menos lúgubre, menos obscura que hoje se habita em meu peito.
De longe ainda dá para ve-las correndo e sentir sobre minhas veias o sangue brutal da dor dos pedidos, sem contar com os ganhos que de poucos não parece fazer-me suficiente para sair do ar e retornar a terra firme. Sonhar, me adimiro os que não o fazem e perdem a beleza de sumir, fugir,voar como pássaros perfurando as nuvens groças.
Para os poucos que amam digo que sou feliz por eles e triste por não me prender de tal maneira a perder minha razão. Quero eu a devolta, mas com certas condições de um sonhador. Sonho pois peço de mais  e vivo por sonhar o que tenho desejado sem odio ou paixão, vivendo nas estremidades, na barreira do espaço entre a loucura e da emoção. Sou eloquente e sedento. Sou humano. Do nada ou nada, para frente, pois se chegar ao fundo do poço não se tem mais para onder ir senão para cima. Olhos atendos, sedentos.Rogo e pergunto " E as minhas condições?" 

domingo, 5 de setembro de 2010

There will be always an empty sit in my hearth. And i don't want to hear another word or even pity coming from your mouth because it's all bullshit. We never been here and will never be there and the empty sit will always be here. Never fill up. Maybe none of us have balls to take it and sit. So it will be an empty sit. Just more one empty space in the list of something we will never feel.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A flesh of vision come and go
a per of true let you apart and flow
don't let me get into something i don't know
just fly and let me go.

Stain my mind with tattoo
lead my feelings where i never been  
please my soul and bright my skin
eyes of love just let wound
so let it go.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Consuma-me, devora-me, arraste-se
sobre minhas veias e engula todo
meu suor.
Da raiva se mistura todo o gozo final
da ira tudo se esvai por compelto,
desembocando no esgoto.
Levita meu corpo sobre o seu
mostre-me sua potência emaculada
Ira.Raiva.Abstinência.
Para.Entra.Sai.Pucha.
Leve.Consome.Derruba.
Para o lixo que consume.

domingo, 1 de agosto de 2010

Cansei das estremidades elas me sufocam
é como dar murro em ponta de faca
e de feridas o mundo está cheio
cheio de feridas não curadas
mas antes já estão fazendo outras.

Não sei sobre ser intermediario
de boas intenções o inferno está cheio
de más nem se fala.

Cansei de proucurar sem achar
de achar sem proucurar
de esconder e não saber
que nada virou medio e tudo virou cinzas.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Ai vem um pouco de auto ajudo. DOI.

Eu ainda tenho que concordar com Rita Lee. No final tudo vira bosta e depois de toda essa sujeira a única coisa que resta sou eu. EU e mais ninquem. No trem pessoas passam, ficam nas estações,permanecem por anos, mas nunca pela toda a jornada. A jornada começa e termina do mesmo jeito.Sozinho. Podem me chamar de egoista ou qualquer coisa que quiserem. Não sinto mais ofendido por pessoas. Seja ela quem for. Não faz sentindo se tudo no final vira bosta.Sobrevivemos, amamos, nos enraivessemos, nos damos mal, tudo se passa por uma pora sobrevivencia. Só que as pessoas não olham as estremidades e nelas só se pode ver a si mesmo. Ao chegar debaixo da terra, não tem mais ninquém. Ao chegar em vida não vinhemos acompanhados. Aproveitemos, sim, tudo que puder e te convier, mas faça a si mesmo feliz e não aos outros porque esses viram bosta.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Pazer do Desprazer

Mistura-se pela boca, corpo a corpo,tecendo os traços mais intimos um do outro, escorrendo em cada pedaço e saboriando um por um, mastingado-os até sair o gosto, ouve-se a batida dos corpos, coisa suave, mas intenso que arde, arde a pele, a testura se esvai, o gosto junto com ele, deixando os musculos cansados, puros e solta ao ar.Desmancha, abana, mostra o que está por dento.Mergulha de fora para dentro e emerge no lago decorado por prazer por si. Por só. Acabando só.

domingo, 11 de julho de 2010

Monólogo do profano.

_Suas palavras foram palavras soltas jogadas no ar ao deus dará. Empuradas garganta abaixo,arranhando tudo que se misturava a elas e com elas veio o desgosto, sujando minha garganta, lubrificando meu "eu",destorcendo toda a verdade que em mim depostiva. Esperança. Essa é a palavra certa, quebrada em pedaços tão pequenos que não pude mais junta-la, ainda proucuro os cacos que restaram, ainda sinto o gosto.Um gosto amargo se arrastando, pingando em meu estomago, fazendo o recogitar uma por uma. Ainda vomito gramema por gramema,vogal por vogal, mas ainda não conseguiram formar sintagmas completo de sentido absoluto. Provavelmente por que elas nunca fizeram sentindo algum,como o fazer se foram oriundas da mentira. Acreditas em biblia ? dizem que o diabo é o pai da mentira, então de graças a ele todos os dias, ore por ele todo dia antes de dormir, pois até deus está cansado de te ouvir. EU?. ÁH!! Eu cansei a muito tempo.Durmo como um anjo, brigado por perguntar. Sobre o travesseiro macio repolso minha cabeça e durmo, o sono dos justos. Tá !! Você está certo nisto! Não sou perfeito, Não sirvo ao deus que serves quão menos ao diabo que temes. Não preciso deles para me dizer o que fazer o que não fazer, para isso existe a conciência. E ela vai bem, por isso que pago um psiquiatra. ÉH está certo de novo, as vezes dá seu lapso, mas quem não tem seus lapsos. ÁH isso definitivamente é verdade! Você tem o padre para absorver dos seus pecados e um homem chamado cristo que morreu por Vôce na cruz. Um homem destinto que andou sobre a água,que criou o mundo e o homem  pois existe a trindade.Lógico. Sim, é a melhor parte, tenho que concordar com você. Pamdora támbem foi a primeira mulher no mundo. Tem algumas diferenças,mas não posso tirar a semelhança entre o baú e a maçã que tinham dentro de si o segredo da vida e depois ambos na história foram punidos e com um final traico que justifica toda a maldade do  mundo.Ou até a semelhança de um Homém ser o curioso da estória, ou até outras semelhanças que não precisam ser destacadas agora. Passemos adiante para seu deus bipolar.O maldoso alfa de querras, sacrifícios e muitas outras atrocidades ( que ainda não sai da minha cabeça que seja por isso a semelhança de sua imagem com os homens, talvez) e depois o deus do novo testamento: piedoso, carinhoso, gentil, amigavel,um amor de pessoa.Para mim isso é bipolaridade e existe remédio para isso. ÁH não posso perder a possibilidadede falar que foi culpa do chifrudo lá de baixo que o mundo ficou assim, né ? com pecados ou asvezes é culpada eva e de adão ou sei lá...do Epimeteu que abriu a caixa deixando todos os males, vícios e outras coisas sairem. Um belo jeito de tirar o corpo do homem de fora da jogada." A culpa não é minha foi adão e eva ou Epimeteu." AH e lógico tudo de bom que possa acontecer foi com a ajuda divida. Onde fica o credito e merito do feitor da ação. Tem sempre que ter álguem para se colocar no meio, para apoiar se quando as coisas não vão bem e álguem para abraçar quando as coisas dão certo. A solidão no mundo não existe. Vamos comemorar não estamos sozinhos ainda tem o bem e o mal.O resto não importa. Joque os livros de Friedrich Wilhelm Nietzsche no lixo e coloquem a biblia na cabiceira da cama. Um profano como eu leu a biblia.. Está surpreso com isso ? AH Desculpe me pela palavra "profano" não queria ofende-lo eu sei que a verdade não está somente na biblia ou em deus certo?Assim que você pensa certo? A relatividade ou qualquer outra coisa é lixo. Verdade tem que ser absoluta. Então suas mentiras támbem.Vamos cortar assunto. ACABOU.
.

sábado, 10 de julho de 2010

Água limpa, mas suja também.

Água jogada em uma ferida limpa,mas deixa cicatrizes.
há cicatrizes que somem com o tempo e se escondem
atrás da pele, com medo de parecem feias, falsas, ou incoerentes
há cicatrizes que ficam gravadas no copro para sempre
como tatuagens, deixadas de lembraças com palavras
sinceras marcadas a ferro quente no peito.
Delas não esquecemos, não abandonamos
Delas me alimento.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Águas passadas.São águas,mas não sei o porquê sou o único a chorra-las. Memorias ocultas e muitas tentativas de emergi-las para nunca mais as ver e a única coisa que me resta é um maço de cigarro Marlboro vermelho viradas para mim, olhando no fundo dos meus olhos. AGORA fazem curvas como um dia meus olhos o fez com os seus. IGNORA-ME. Sou apenas um louco.Um louco escritor e não um escritor louco.O que Brás me diria agora.Que sou um louco. Talvez um escritor louco. Tanto faz.Vou fumar.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

decifra-me ou devoro-te

Como o fazer se só os loucos cabe a função de se entender.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

monologo.

_Não me sufucas.Não faz isso comigo.Não me aperte assim.
estou do teu lado, mas não me deixes aqui
só.
não te espero, pois sei que me esperas
e te esperar me trás assim em estradas
curtas que jurei não passar mais lá.
Não estou aqui por ti. Não vim para
me explicar e se perguntastes o movito
de estar a sua frente, não lhe saberei
dizer.
quando abres a porta não se é somente uma
porta aberta.É uma luz no fim do tunil
ou sei lá como se densenrola esse tal
ditado pouplar.
eu sei que estimo. Mas não sei o que estimo
ou a quem estimo
seu sei que estimar é quere o bem de alquem
ou até a vontade de possuir algo
mas como possuis algo que não tem
como possuis algo que não quer ser
possuido.
não sei se me explico bem.
mas porque me explico se
nem vim para me explicar.
esse conversa tá ficando muito longa
e não sei onde ela vai chegar.
ela quem? a conversa ou nós?
sei la.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Luã

Ele afoga-se em si mesmo e de lá não sai
de porta fechada sente-se mais confortavel
por não deixar ninquem o sujar
o sujeitar a coisas que não quer
quanto menos opinar

Ali fica obscuro em seu próprio eu
eu e nada mais somente eu
e no eu vai vivendo sua vida
não deixa de ter amigos
de ter uma vida
mas o seu ego
é que diz quem sou eu
e eu sou ele e ele sou eu.
O vento sul já levou todo o meu ardor
por agora nada sobra
restam as lembraças
da triste felicidade

abraça me com ironia
sinto teus braços
mas não sinto seu sangue
pulsar ao me ter
não sinto mais teus seios
debruçados ao meu
não sinto a alegria
de ter-te ao meu lado

não quero entrar nessa querra
não entro em querras para perder
e se entrar nem quero quanhar
sou um bom perdedor e isso basta
sou um bom jogador e isso basta

amigos amigos negocios a parte
e isso basta.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A ilha que nos carrega até o mar da ilusão, não se encontra tão longe.
Ela não nasce como uma flor, mas nasce das cinzas que chamam de amor.
Ela não queima como uma rosa, pois seus processo é gradual
como um bicho que mastiga primeiro
para depois degusta e
quando chega ao ápice
cospe ou melhor vomita.

 Melhor deixar a porta trancada
do que se sujeitar a limpar a bagunça que os outros fazem lá dentro,
ou tentar reconstruir outros objetos que outros quebram.

sábado, 22 de maio de 2010

Descasca-me como se fosse uma banana podre
usa-me como se fosse um brinquedo mal tratado
apanha-me pela suas mãos groças e descipa-me
enrosca-se sobe meu corpo suado
apoia-se sobe  meu peito desamado
aperta-me sobe  sua alma mal lavada
e força-me por desejo de ser amado
acudir seus desejos deploraveis

Joga-se sobre o lixo que criou
apanha-se pelo fervor da noite
esconde-se sobre seu própria sombra
mas quando o sol se põe
quando a luz não mais o oculta
corre
corre
corre

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O que se faz se o mesmo Semblante te ama
e as barreiras sociais o abranda
nada se faz se o amor não vier de dentro
para fora
Aflora
Não ignora.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Se nada é para sempre, então porque se jogar,
se desmanchar em pedaços que vão ser jogado no ralo da paixão.
Porque se doar se vai ser puramente envão.
Porque fazer apenas por prazer.

Para que criar o bixo da maça da paixão,
alimenta-lo para que ele jorre perfume.
Faça exalar por todo o seu ser e depois
para simplismente depois devorrar-te por completo,
alimentar-se do seu próprio perfume.
Restando-te apenas a miséria de viver.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Dizem que a esperaça é a última que morre, então estou ainda a espera do inverno para me prender nesse lago da ilusão e de lá não quero nunca mais emergir.

sábado, 17 de abril de 2010

Não sei se escrevo, se penso, se faço, se sinto.
Eu só sei que escrevo o que axo que sinto
e por sentir, escrevo e por escrever, eu sinto.

Bom ou não, claro ou não,analizavel ou não.
eu só sei que escrevo
para tirar o peso de sentir
e sigo assim escrevendo e sentindo.
  A escuridão se esconde por trás dos olhos desatentos, atrás da podridão humana escardida sobre mascaras,sobre tudo que nos rodeia; se desmacham em carceres como estrume jogado no asfalto.  E o que sobra para os olhos atentos? a impureza do viver, a certeza da escuridão, da sujeira em seu próprio corpo que o incomoda, a felicidade injusta e atromentada. Sobre os olhos azuis cor do céu sobra a fúria, ódio,falhas,impurezas,descontentamento,rancor. Sim! apenas a vida impura; Sim! apenas a solidão.

sábado, 3 de abril de 2010

Olhos atentos de pontos opostos
olhos vidrados no que nos diverge
olhos apenas olham o que está a frente
apenas observam a paissagem que se aponta
a frente está o ceu a frente esta o mar
e cada olhar é um olhar diferente
a cada olhar é uma visão ofuscada.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Deixei me levar com o vendo que você  trouxe
não percebo a pedra trazida, rancada do seu peito.
Não falo por fexar-me a boca
não ouço por não abrir-me a porta
não o tenho por a chave ser sua.
O sangue jorra de fora para dentro
a pedra arrebenta o que tiver acontecendo

segunda-feira, 22 de março de 2010

RIMA POBRE.

Não me odei por te amar
Não me ame por te odiar
Não me odei por te querer
Não me ame por não te ter

Nem sempre as coisas são trancadas a sete chaves

terça-feira, 9 de março de 2010

Sacramento

Não sairei de um livro e tão pouco você. Se quero ler-te não me faltará páginas, mas coragem de passar-lhes.
A falta de informação frustrá-me, angustia cruel. Procurarei até o fim, em vão, os restantes das letras e para poupar-me de tal desprezo o livro não abro, não mexo, não compro, nem olho de rabo de olho. Queima-lo seria um pecado, deixo-o pra a posteridade sentir o gosto nas pontas dos dedos após as páginas tocar e do veneno....

quarta-feira, 3 de março de 2010

Nas ondas que me confortei hoje eu me afogo
com os olhos fixos nelas perdi a noção das horas
perdi me no tempo.

Acabei soterrado por migalhas da minha própria memória
ouvindo ainda a orquestra que de longe cantava
mas que do mar nada se tirava nada se ouvia.

Acordo muitas vezes com as canções das ondas
do mar ao pé do meu ouvido
e mesmo distante
 ela sossega minha paz de espírito...

  

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Uma fina camada de gelo me sustenta em pé e o mais engraçado disso tudo é que o vento frio não reage mais com meu corpo. Não porque esteja protegido dele com roupas apropriadas ou esteja usando aquecedores modernos, mas seria por livre espontânea reação corporal? Será que meu próprio peso não faz com que o gelo ceda e nem com que sinta frio? Ou minha mente está tão concentrada em mim mesmo que não percebi a queda, o frio abaixando meu metabolismo e a morte vindo lentamente, sorrateira, silenciosa?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010


Está frio e já posso ver o bloco de gelo formando na beira da janela. O sol não ofusca mais minhas vistas, mas quem disse que isso é ruim? Como dizem o fator não altera o produto, então a perda da visão não altera o foco final, ou melhor, dizendo, a linha de chegada. Pode até alterar o caminho por haver pedras que poderiam ser desviadas ou buracos que poderiam ser evitados, mas quem disse que seria fácil?A esperança, a confiança, a "certeza" da chegada fica mais difícil ou quase impossível de olhos abertos, pois ao vendá-los cada passo é uma esperança de dar certo, de não achar um prego e a cada prego é uma busca constante de um caminho melhor. As coisas ficam mais vivas já que se trabalha com o incerto, com a imaginação, não mais com a razão fria e calculada. É como voltar a ser criança, brincando com o destino, com a sorte. Talvez até seja a paixão de continuarmos vivendo, de continuarmos amando, renovando nossas vidas. Só que existe um fator ou um vetor agindo contrario que é a noite cujo dias são frios e longos, solitários e gelados.